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SENTIMENTOS, INTENÇÕES E COMPORTAMENTOS RELACIONADOS COM A COVID-19

A COVID-19, com origem na China, rapidamente se espalhou pelo mundo, tendo sido oficialmente declarada pandemia a 11 de Março de 2020. Neste sentido, dada a sua dimensão global, importa avaliar as políticas e as medidas adoptadas, bem como perceber se as estratégias que ainda terão necessariamente de ser desenvolvidas devem ser universais ou então se dependem do contexto social e cultural.

Com este objectivo, está em curso um estudo internacional que procura avaliar os sentimentos, as intenções e os comportamentos associados à actual pandemia por COVID-19. Este estudo é liderado por Christopher Chartier, da Universidade de Ashland (EUA), em parceria com mais de 100 laboratórios de Universidades e Institutos de vários países. Entre os parceiros está Anabela Santos, investigadora do ISAMB/FMUL, que colabora em associação com a equipa do ISCTE-IUL, coordenada por Patrícia Arriaga. Para responder ao inquérito, clique aqui.


CICLO DE WEBINARS: NÃO HÁ LONGE NEM DISTÂNCIA

O ciclo de webinarsNão há longe nem distância“, organizado pelo Instituto de Saúde Ambiental (ISAMB) da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL) e a Escola Básica n.º 1 do Feijó (Almada), teve como objectivo ajudar pais e encarregados de educação, professores e educadores a entender o que é um vírus, o que é um coronavírus, como ele desafia o nosso organismo, o que a ciência tem feito, o que falta fazer, mas também para reflectir sobre os principais desafios que esta pandemia trouxe para as famílias, as crianças, a Escola, quer ao nível da alimentação quer ao nível dos comportamentos.

A primeira webinar teve como tema “Alimentação em tempos de pandemia“ e ficou a cargo de Telma Nogueira, nutricionista e investigadora no Laboratório de Nutrição da FMUL. Osvaldo Santos, psicólogo clínico e da saúde, coordenador do Laboratório de Comportamentos de Saúde Ambiental do ISAMB/FMUL, na segunda webinar, abordou o tema “À procura de novos hábitos: das intenções a formas de ser e estar“. O ciclo encerrou com uma webinar dedicada ao tema “A pandemia explicada em 4 actos“, conduzida pelo bioquímico Miguel Castanho, professor catedrático da FMUL e investigador principal do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes. Ler mais…


RELAÇÃO ENTRE DESNUTRIÇÃO, FUNCIONALIDADE E DESEMPENHO COGNITIVO EM IDOSOS

Em Portugal, 13,3% dos idosos com 65 ou mais anos, a viver na comunidade e sem compromisso cognitivo, encontram-se em estado de desnutrição ou em risco de desnutrição, com maior prevalência nas mulheres com mais de 85 anos e com menos escolaridade. Por sua vez, 29,4% apresentam limitações nas actividades relacionadas com a sua vida diária, como seja usar o telefone, fazer compras, preparar refeições, lavar roupa, utilizar um meio de transporte, fazer as lides domésticas, gerir adequadamente a toma da medicação ou levantar dinheiro numa caixa multibanco.

Estes resultados inserem-se num estudo levado a cabo por Mónica Fialho, nutricionista e investigadora do Laboratório de Comportamentos de Saúde Ambiental do Instituto de Saúde Ambiental. Tomando por base os dados recolhidos no âmbito do projecto PEN-3S, a investigadora procurou avaliar o efeito moderador da função cognitiva na associação entre estados nutricional e funcional em idosos não institucionalizados, em Portugal, e sem compromisso cognitivo. Ler mais…


ADOLESCENTES PORTUGUESES PRATICAM MENOS ACTIVIDADE FÍSICA E GOSTAM POUCO DA ESCOLA

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que os adolescentes pratiquem diariamente, pelo menos, 60 minutos de actividade física moderada a vigorosa. Porém, segundo o recente estudo Health Behaviour in School-aged Children (HBSC), os adolescentes portugueses são dos menos activos, praticando cada vez menos actividade física, quer moderada quer vigorosa, com particular destaque para os rapazes com 13 anos.

Entre os mais activos estão os jovens que integram famílias com um nível socioeconómico mais elevado. Para a psicóloga Margarida Gaspar de Matos, coordenadora da equipa portuguesa do estudo, “estes jovens têm uma possibilidade maior de se movimentarem, de terem equipamento adequado, de pagar uma mensalidade de um ginásio e, portanto, uma maior probabilidade de adquirirem hábitos de exercício físico”. Ademais, “a actividade física na escola”, acrescenta, “tem tradicionalmente carências de instalações, quer para a prática quer em questões de higiene com, por exemplo, a possibilidade de duche, sendo também frequente os jovens queixarem-se da falta de condições de segurança nos balneários”. Ler mais…


PANDEMIA COVID-19: EFEITOS NOS RITMOS BIOLÓGICOS E NO SONO

O confinamento, o distanciamento social, o trabalho em casa e a escola em casa, impostos pela actual pandemia COVID-19, mudaram drasticamente os nossos comportamentos e nos hábitos diários. Todas estas mudanças têm efeitos nos ritmos biológicos e no sono que precisam de ser conhecidos.

Liderado pela Ariel University, de Israel, e a Ludwig-Maximilians-Universität München, em associação com investigadores de vários países, incluindo Portugal (através da nossa investigadora Cátia Reis), o estudo Crono Corona procura compreender as alterações nas rotinas diárias, de sono e de bem-estar durante o período de confinamento. Os resultados poderão vir a ser úteis no planeamento e na adopção de medidas que possam minimizar os impactos de situações de confinamento social. Participe no estudo. Preencha o questionário aqui.


O IMPACTO DA PANDEMIA COVID-19 NOS MIGRANTES E REFUGIADOS

O impacto da pandemia COVID-19 é global. Não escolhe países, cidades, géneros, idades, etnias ou estatutos sociais. Apesar dos vários estudos que têm vindo a ser realizados, um pouco por todo o lado, poucos ainda se dedicaram a conhecer o impacto desta pandemia na vida dos migrantes e dos refugiados, e a forma como estes estão a enfrentar as dificuldades que encontram no seu dia-a-dia.

ApartTogether é um estudo desenvolvido pela Ghent University, da Bélgica, em conjunto com um consórcio de investigadores de várias universidades europeias, que tem por objectivo conhecer melhor o modo como os migrantes e os refugiados experienciam o impacto psicossocial da COVID-19. O questionário está traduzido em 30 línguas.


SAÚDE MENTAL EM TEMPOS DE PANDEMIA COVID-19

No âmbito do apoio RESEARCH 4 COVID-19, uma linha de financiamento excepcional para resposta à pandemia de COVID-19, criada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, em colaboração com a Agência de Investigação Clínica e Inovação Biomédica, o projecto “Saúde mental em tempos de pandemia COVID-19 (SM-COVID19)” foi um dos 66 projectos financiados.

Com o objectivo de avaliar a saúde mental e o bem-estar dos cidadãos e dos profissionais de saúde em tempos de pandemia, o SM-COVID19 resulta de uma parceria entre o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, a Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental e o Instituto de Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, contando ainda com a colaboração de diversas instituições, nomeadamente, da Direcção-Geral da Saúde (Programa Nacional para a Saúde Mental), das Administrações Regionais de Saúde (Gabinetes de Apoio Técnico de Saúde Mental), do Hospital Beatriz Ângelo e da Aliança Europeia Contra a Depressão em Portugal.


AEFML & ISAMB JUNTAM-SE NA PROMOÇÃO DA SAÚDE AMBIENTAL

A Associação de Estudantes da Faculdade de Medicina de Lisboa e o Instituto de Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa estabeleceram uma parceria para o desenvolvimento de um conjunto de actividades relacionadas com Saúde Ambiental.

Actualmente, estão em curso duas iniciativas, integradas no Prontuário AEFML: a Enciclopédia de Saúde Ambiental, um espaço para a divulgação de informação sobre Saúde Ambiental, e o PODCAST #inhouse4healthstudents, dirigido especialmente para os estudantes que se encontram em contenção social, no sentido de lhes transmitir informação que contribua para melhorar o seu dia-a-dia. Este PODCAST tem estreia marcada para breve.


LAVAR AS MÃOS EM TEMPOS DE COVID-19

Liderado pela SWPS University of Social Sciences and Humanities (Polónia), está a ser aplicado, simultaneamente em vários países, incluindo Portugal, um inquérito que procura conhecer as práticas dos cidadãos em relação à lavagem das mãos, no actual contexto de pandemia, e até que ponto essas práticas estão ou não alinhadas com aquelas que são as recomendações da Organização Mundial de Saúde.

A correcta lavagem das mãos é uma das medidas considerada como crucial para contribuir para a diminuição do risco de infecção por SARS-CoV-2. Todavia, e apesar das várias campanhas promovidas pelas autoridades de saúde de vários países, desconhece-se até que ponto as práticas diárias estão alinhadas com as recomendações das autoridades e se essas práticas são ou não influenciadas por factores externo. Da equipa faz parte Margarida Gaspar de Matos, investigadora do Instituto de Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, onde coordenada o grupo de investigação Ambientes de Suporte.


AS NOSSAS VIDAS NÃO VOLTARÃO A SER AS MESMAS!  

“A covid-19 entrou devagarinho nas nossas vidas e, em pouco tempo, colou-se-nos como uma segunda pele e passou a fazer parte da nossa identidade social e pessoal. Somos todos chamados a reflectir sobre esta circunstância, e sobre o modo como melhor a vamos superar. Só podemos fazer isso todos juntos!”

“Este período histórico vai ficar-nos para a vida, ainda que neste momento possamos não ter a distância suficiente para assim ver as coisas. As nossas vidas não voltarão a ser as mesmas!”

Leia ou releia o artigo de opinião, publicado no jornal Público, assinado por Margarida Gaspar de Matos, investigadora do Instituto de Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, onde coordenada o grupo de investigação Ambientes de Suporte.


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  • ISAMB Exploratory Conferences 2020
    Dadas as circunstâncias actuais, o ciclo de primavera 2020, coordenado por Paulo Navarro-Costa (ISAMB/FMUL e IGC), dedicado ao tema Arte, Ciência & Medicina, foi ADIADO sine die.